terça-feira, 10 de maio de 2011

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DESINFECÇÃO DE MATERIAIS
A desinfecção de instrumentais odontológicos geralmente é recomendada para os materiais termossensíveis, que não possam ser esterilizados em estufa ou autoclave, e para aqueles artigos com urgência de utilização.
Os métodos de desinfecção empregados na prática odontológica praticamente se resumem na desinfecção química, através de desinfetantes líquidos.
A decisão para escolha de um desinfetante deveria levar em consideração aspectos que envolvam efetividade, toxicidade, compatibilidade, efeito residual, solubilidade, estabilidade, odor, facilidade de uso e custos, entre outros (42). Além disso, é importante que o desinfetante seja recomendado e aprovado pelo Ministério da Saúde (41).
Uma avaliação referente ao tipo de procedimento (mais ou menos invasivo) e tipo de paciente (mais ou menos suscetível) também deve ser realizada antes da escolha do processo e tipo de desinfetante. Conforme já foi abordado, artigos críticos deveriam ser esterilizados. Portanto, artigos e instrumentos utilizados em cirurgias odontológicas deveriam ser, preferencialmente, autoclavados.
A desinfecção e/ou esterilização através de agentes químicos muitas vezes não se apresenta como um método seguro e confiável devido às interferências pertinentes ao uso de desinfetantes e suas dificuldades durante o processo, referentes à possibilidade de inadequada desinfecção ou recontaminação do material.
A escolha do tipo de desinfetante, métodos adequados de desinfecção, bem como a organização de todo este processo, não é uma tarefa fácil. Vários guias e manuais de recomendações têm sido publicados com o objetivo de orientar os profissionais para uma adequada desinfecção de materiais utilizados na assistência de saúde (39-42).
Os agentes químicos desinfetantes comumente utilizados em nosso meio são os álcoois, compostos clorados, glutaraldeído, formaldeído, iodóforos, peróxido de hidrogênio, ácido peracético, compostos fenólicos e quaternário de amônia (41). Os desinfetantes mais utilizados em odontologia são o álcool, o hipoclorito de sódio, os compostos iodados e o glutaraldeído. O álcool e o hipoclorito de sódio são os desinfetantes mais recomendados para superfícies, enquanto que o desinfetante mais comumente usado para instrumentais e outros materiais é o glutaraldeído. Em virtude da larga utilização do glutaraldeído em consultórios e clínicas odontológicas, estão descritas a seguir algumas recomendações específicas para este tipo de desinfetante.


Esterilização através de AUTOCLAVE a VAPOR:
A esterilização por autoclave a vapor tem se apresentado como o método que reúne mais vantagens para o tratamento de instrumentais odontológicos nos últimos anos. As vantagens deste método baseiam-se na sua maior segurança, menor dano aos materiais e menor tempo dispendido. A desvantagem encontra-se na impossibilidade de esterilização de materiais termossensíveis ou não resistentes ao calor, como por exemplo, materiais plásticos delicados.
A esterilização através de vapor sob pressão pode ser realizada em diferentes ciclos, com diversidades de tempo e temperatura, dependendo do tipo, tamanho e marca da autoclave e dependendo dos tipos de instrumentais e materiais, invólucros e tamanho dos pacotes. Os ciclos mais comumente utilizados são: 3 a 4 minutos a 134° C (esterilização ‘flasch’), 15 minutos a 134° C e 30 minutos a 121° C (17, 44-46).
Apesar de existirem algumas controvérsias sobre a esterilização em ciclos rápidos ou ‘flasch’ (47), esta ainda permanece sendo bastante adotada para instrumentais odontológicos. Deve ser levado em consideração o uso em pequeno espaço de tempo da grande maioria dos instrumentais odontológicos, o que não acontece com outros materiais hospitalares. Esta rapidez no uso do material recém esterilizado contribui para a não recontaminação do material. Todavia, a recomendação de esterilização ‘flasch’ é pertinente para instrumentais e materiais não porosos e não tubulares (47).
Todos os materiais devem ser esterilizados dentro de pacotes pequenos, utilizando embalagens papel grau cirúrgico, papel crepado ou tecido de algodão (22-24, 41, 46, 48). Os pacotes devem ser fechados com fita adesiva comum ou com seladora automática, contendo identificação do material e data da esterilização.    Os pacotes devem ser colocados dentro da autoclave deixando espaços entre eles, permitido a circulação do vapor.
As embalagens de papel grau cirúrgico e papel crepado não devem ser utilizadas mais de uma vez. Elas são descartáveis. Os campos de pano devem ser lavados após cada esterilização, permitindo abertura da fibras do tecido.
A esterilização deve ser repetida se o pacote estiver danificado (rasgado, furado, aberto), se apresentar umidade ou gotículas aparentes de água, ou se o marcador físico não estiver com a cor alterada.
A água utilizada no reservatório da autoclave deve ser filtrada ou destilada. A qualidade da água e do vapor interferem na conservação e durabilidade dos instrumentais, podendo ocasionar manchas e corrosão

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